pensamentos catatónicos (22)
ando a precisar que a vida me corra melhor.
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Ivar C
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Etiquetas: pensamentos catatónicos
O concílio de Verona, em 1183, criou a Inquisição. A alavanca para este concílio foi uma religião cristã nascida em França pouco tempo antes, o catarismo, e que a igreja católica viu como uma ameaça. Nada mais do que isso. Com os anos, no entanto, e porque na Europa se confundiam facilmente o poder político com o poder religioso, a Inquisição tornou-se a principal arma do Vaticano, e durante séculos torturou e matou vários dos seus inimigos, ou quem ela considerasse inimigo, acusando-os de heresia. O Papa Papa Gregório IX, em 1233, editou as duas bulas que marcam o início desta nova vaga de terror.
Em Portugal A Inquisição é introduzida no reinado de D. João III, em 1536, e apenas com Marquês de Pombal, a Inquisição passa a ser igual a qualquer outro tribunal régio, deixando de efectuar a censura da imprensa, ao mesmo tempo que se aboliu a distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos. Com estas medidas, o Tribunal do Santo Ofício perdia toda a sua importância, até que veio a ser extinto em 1821.
Bruxa, em sânscrito (uma língua clássica da Índia antiga ), quer dizer mulher sábia ou sabedoria feminina, e por algum motivo a Igreja católica, através da Inquisição, elegeu as mulheres sábias como inimigas a abater (o Código Da Vinci apresenta uma tese sobre isto). As bruxas foram implacavelmente caçadas durante toda a Idade Média. Para identificar uma bruxa, os inquisidores comparavam o peso de uma mulher ao peso de uma Bíblia gigante, as que eram mais leves eram consideradas bruxas pois dizia-se que as bruxas adquiriam uma leveza sobrenatural.
Amanhã, quarta-feira, é o dia das Bruxas. Originalmente nem sequer tem nada a ver com elas, mas apenas com as celebrações pagãs dos antigos povos celtas. É certo que também é o dia de todos-os-santos. Para mim, no entanto, devia ser o dia das Bruxas, mas mesmo, mesmo das Bruxas.
fontes
wikipedia
Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2006.
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Etiquetas: opinião
(por sms)
Eu - Sais logo?
Ela - Não
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(com um grande amigo, no google talk, depois de uma noite solitária de copos)
Ele - A ***** deu-te notícias?
Eu - Nada... zero. Por isso é que estou fodido.
Ele - nao te metas com gajas estranhas, Ivar.
Eu - Acho que as gajas são todas estranhas.
Ele - Não são todas estranhas, tu sabes disso.
Eu - sim, mas esta é que me bateu...
Ele - Esta bateu-te por que tu estás a ajudar. é muito da tua cabeça, e tu sabes disso melhor do que eu.
Eu - Sei lá, se calhar a ***** não é estranha. Eu é que sou. Hoje a *** deu-me um abraço e eu nem correspondi lá muito.
Ele - A *** é estranha, porque é que só aparecem gajas estranhas à tua volta?
Eu - Foda-se, ainda por cima a ******** telefonou-me hoje.
Ele - E aí? Ela quer ver-te?
Eu - Queria saber como eu estava, se alguma coisa tinha mudado em relação a ela.
Ele - pois... fodido.
Eu - Não posso ir para a canma com a ****** outra vez. depois é uma merda.
Ele - sim, não vás para cama com alguém por pena, isso era mto mal.
Eu - Não era por pena, a não ser de mim, talvez... tou um bocado na merda, hoje.
Ele - talvez amanhã estejas com a ****, talvez.
Eu - talvez, vamos ver... mas é sempre a mesma merda.
Ele - não fiques assim tão em baixo, Ivar. Vai com calma.
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Não gosto da mulher de quem devia gostar.
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nome: Lady Kier
origem: EUA
Info: Nasceu em 1969 e formou o grupo Deee Lite. Quem é que nunca, em determinado momento da vida, cantou baixinho o “groove is the heart”? Além disso é uma mulher retro, e isso é giro. Pronto.
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Sim, hoje é segunda e eu detesto segundas. Também detesto terças, quartas, quintas, sextas, sábados e domingos, mas isso não interessa nada. Detesto segundas e hoje, para cúmulo do azar, é segunda. Segunda é o dia do síndrome do divorciado, porque no domingo (dia que também detesto) tiveram-se conversas de merda em que um divorciado se farta de ouvir merdas que, para além criarem uma fininha dor de barriga, têm enormes efeitos colaterais no dia seguinte.
A primeira coisa que não se pode perguntar a um divorciado é se ele batia na mulher, assim, por estas palavras. Foda-se, pá! Para que é que caralho me perguntam isso? Mas eu tenho ar de presidente da Câmara Municipal de Marco de Canavezes?! E porque é que se depreende que, sempre que há um divórcio, a culpa é do gajo que só fez merda?! Vá lá, deixem-me em paz.
Mas pior que isto, muito pior, é a merda da experiência. Normalmente são gajos a dizer isto: - “Opá, tu agora és um gajo com experiência e elas gostam disso... vão-te cair ao pés”. Primeiro, felizmente ainda ninguém me caiu aos pés, senão tinha que me baixar para dar uma ajuda e as minhas costas já não são o que eram. Segundo, a única conclusão que a minha experiência tira é que a experiência é tão importante como um pente para um careca, ou seja, nada. Experiência em quê? Em pendurar contas da luz e da água num quadro de cortiça? Em disputar hora e meia de televisão para poder ver o Beira-Mar a perder mais um jogo? Mas qual experiência? Digam-me por favor...
Para ser sincero, o desespero é tal, que já pensei em comprar uma caixa de palitos e sair ao engate enquanto faço dançar um nos lábios, tipo uma cena do gato fedorento que vi uma vez. Aproximo-me duma miúda qualquer e ofereço-lhe um copo (de cerveja, porque esta merda da experiência deixou-me tesinho que nem um carapau): Se ela recusar eu avanço logo: - “O que tu queres sei eu...”. É assim... resulta de certeza, pá.
Hoje é segunda e eu sofro do síndrome do divorciado. Já viajei de comboio com a cabeça encostada à janela, assim como quem desistiu de olhar para os ninhos de cegonha que vivem nos postes da EDP e que acompanham a linha. Aliás, cada vez que penso na EDP, só penso em contas e nos quinhentos aquecedores que a minha ex-companheira ligava todas as noites, e que agora, por causa duma merda qualquer a que chamam média ponderada, me dão uma conta que eu nem tenho coragem de dizer. Quinhentos aquecedores era no Verão, no Inverno nunca os consegui contar... Depois dizia-me para ir dar uma volta, se eu quisesse. E eu ia.
Hoje é segunda e eu sofro do síndrome do divorciado. Logo de manhã estive com ela, com a minha ex, e ela disse-me logo, mal saí do carro que já cheira a cotão: - “Estás tão bonito, estás mesmo bonito.”. Deixa-me ver se percebo. Há uns dias disse-me que nunca tinha deixado de gostar de mim, hoje diz-me que estou bonito. Às tantas vai voltar às explicações esotéricas para o nosso divórcio, tipo “estamos eternamente ligados mas não nascemos um para o outro”. Eu não nasci, definitivamente, para ser cliente da EDP. Mas sou, a sério que sou. Epá, preciso de silêncio.
Hoje é segunda e eu sofro do síndrome do divorciado. Acho que os dias me estão a passar entre os dedos como areia fininha, da qual só me restam uns grãos pequeninos à noite, e à segunda é o dia em que sinto essa merda com mais intensidade, principalmente porque tenho que dedicar parte do meu tempo precioso a um emprego merdoso em que, como é só intelectuais à minha volta, nem sequer posso festejar os três golos do Buba contra o Sporting. Só posso falar do livro que tenho na mesa de cabeceira (eu nem tenho mesa de cabeceira, é mais um sofá que não cabia na sala da gaiola onde vivo), e que me anda a chatear à brava.
Hoje é segunda e eu sofro do síndrome do divorciado. Já pensei em meter um anúncio numa empresa dessas que arranjam casamentos, mas uma do Uzbequistão ou de Burkina Fasso. Sempre dava para, mesmo que a coisa corresse mal passado algum tempo, não levar com a merda das cegonhas nas merda dos postes da EDP, ao longo da merda da linha do comboio, enquanto me dirijo para a merda do emprego. Pronto, tirando isto está tudo bem. Tenham uma boa merda de segunda-feira.
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Etiquetas: ser divorciado
1] Por muito que gostemos duma mulher, há sempre qualquer coisa nela que não gostamos. Por muito que acreditemos que ela gosta de nós, temos sempre qualquer coisa que ela não gosta.
2] Custa-me estar fisicamente próximo da minha ex-mulher, e o pior é que tenho que estar muitas vezes.
3] Quando é que chegam as férias?
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Ivar C
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Etiquetas: pensamentos catatónicos
Tenho amigos com quase só falo sobre mulheres. Tenho amigos com quem gosto de falar sobre mulheres, tenho amigos com quem não gosto de falar sobre mulheres.
Um dos amigos com quem quase só falo sobre mulheres e que, por acaso, até costumo gostar de falar com ele sobre mulheres, diz-me que não devo investir numa só pessoa. Que assim fico dependente e as coisas podem correr mal dum momento para o outro, até porque a pessoa em que eu gostava de investir anda silenciosa. Demasiado silenciosa para o que já se passou, insiste ele.
Não sei, respondo-lhe, não sei mesmo. Até posso investir em mais do que uma pessoa, mas não em simultâneo. É que na verdade nem sequer consigo fazer isso. Vou esperar um bocadinho e tentar manter alguma calma. Depois logo se vê, concluo.
Esperar, esperar, esperar. Olha-me com pena (detesto isso). És capaz de passar o resto da tua vida a esperar, diz depois, e remata que eu devia deixar de olhar numa só direcção. Que nem percebo o que me anda a passar ao lado.
Coço o nariz (faço isso às vezes). Digo-lhe que se não percebo é porque, em princípio, não vale a pena perceber.
Vamos depois beber um fino numa esplanada, que está bom tempo. A minha filha brinca a cinco metros de nós. Ele está com pena de mim, lá no fundo. Eu estou com pena dele, lá no fundo. É uma merda quando temos pena uns dos outros, penso. É certo que há alguma coisa que está mal, ou nele, ou em mim, ou em ambos (o mais provável). Mas sim, vou esperar, tentar manter a calma e depois logo se vê.
Tens a certeza? - Pergunta-me. Tenho, e bebo mais cerveja. Não percebes mesmo nada de mulheres, diz-me. Pois não, respondo já impaciente, foi muito tempo a viver com a mesma pessoa, mas a verdade é que me soube bem. Faz-se silêncio e eu dou mais um tiro: mesmo quando me soube mal, soube-me bem. Ele ri-se. Eu nem por isso.
Diz-me que a ***** não gosta de mim, e trata-me por pá. Parte para outra, insiste de novo.
Não... vou esperar, vou manter a calma.
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Etiquetas: ser divorciado

Marina Abramovic
Nasceu em 1946, em Belgrado. Actualmente vive e trabalha em Amesterdão.
Abramovic é, realmente, incompreensível, mas também incontornável depois de a conhecer. Em 1988 percorreu, na Grande Muralha da China, 2000 km em 90 dias até encontrar o seu companheiro de vida, Ulay, que havia feito o mesmo a partir do extremo oposto da muralha. Fizeram isto para se separarem após esse encontro, para sempre. Esta encenação dava forma à dor da separação, como se esta fosse apenas uma inevitabilidade das leis da vida.
Marina e Ulay realizaram várias performances juntos até este dia. Correram repetidamente atirando-se contra uma parede, até à exaustão, em “Interrupção no Espaço” (1977); esbofetearam-se um ao outro até um deles não aguentar mais, em “Claro/Escuro” (1977 também).
Já sozinha, ganhou um prémio na bienal de Veneza em 1997 onde, rodeada por três projectores de vídeo mostrando-a com os seus pais, mais três taças de cobre cheias de água, se sentou e limpou 1500 ossos de gado enquanto cantava canções da sua infância. Esta performance foi uma abordagem à guerra na Bósnia.
Para ela, manter o corpo e a alma juntos, é igual a permanecer vivo.
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Etiquetas: mulheres artistas que não compreendo
Ando tristinho. Obrigado Buba! Sempre foi uma ajuda...
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(ao balcão do Clandestino)
Ela – Já li o teu livro...
Eu – Conseguiste chegar ao fim? Parabéns...
Ela – Sim, foi fácil. Acho que... como é que posso dizer? Talvez... Pareceu-me... eu não sou muito esclarecida nestas coisas, mas acho que... ora bem...
Eu – Não te preocupes. Lá porque eu escrevo e tenho óculos de massa não sou o Carlos Pinto Coelho.
Ela riu-se.
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Etiquetas: conversas
[contaram-me esta anedota esta noite]
Um tipo encontrou uma lâmpada mágica, esfregou-a e viu sair de lá o génio da lâmpada.
Génio – Homem, concedo-te um único desejo... pensa bem.
Homem – É fácil. Sempre quis ir visitar as ilhas do Pacífico mas tenho medo de andar de avião. Quero uma auto-estrada, sem portagens, daqui de Portugal até lá, com saídas para todas as ilhas e ilhotas que lá existirem.
Génio – Tás maluco?! Isso não é possível. Nem um génio como eu é capaz disso... pensa lá noutra coisa qualquer.
Homem – Humm... bem... sempre quis compreender as mulheres. Pronto, faz-me só isso, explica-me a maneira de pensar das mulheres.
Génio – Olha lá, tu querias a auto-estrada com duas ou quatro vias?
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Sms recebido (2:08 da manhã): “Obrigado p tudo. Ao contrário de ti, conto pelos dedos das maos as pessoas a kem chamo amigo. N és apenas + 1. Leva o tempo k kiseres, vou estar à tua espera".
Não percebo as mulheres, não percebo as mulheres, não percebo as mulheres, não percebo as mulheres, não percebo as mulheres, não percebo as mulheres...
Hoje vou ver o Beira-Mar – Sporting e chamar filho duma grande cabra ao árbitro. Ele que me perdoe...
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Etiquetas: pensamentos catatónicos

nome: Sinéad O'Connor
origem: Dublin, Irlanda
Info: Nasceu em 1966 e conheci-a no "Lion and Cobra", de 1987. Na altura fiz uma viagem ao Porto só para comprar o disco.
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Eu – O Diário de Aveiro e o Público, por favor…
Ela (dando-me os jornais e recebendo uma nota de 5 euros, muito simpática)– O Diário de Aveiro e o Público…
Eu – Queria recibo, por favor…
Ela (deixando cair a simpatia) – Quer recibo?! Para quê? Ninguém pede recibos de jornais. Não servem para nada.
Eu – Eu peço!
Ela (com uma cara de cu) passou-me o recibo.
Eu (só em pensamento) – Foda-se!
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Pronto, admito, não há forma de não compreender esta mulher.
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Etiquetas: diversos
Estava a pôr a roupa a secar, com a vizinha do prédio da frente a ver. Ela gritou para o marido, que estava lá para dentro: - “Oh ******, anda cá ver. O vizinho põe a roupa secar, vês?! É homem e não vem mal nenhum ao mundo por isso”. Passado um bocado o tipo apareceu também à janela. Não tenho a certeza mas pareceu-me que ele lhe disse a ela qualquer coisa do género: - “Ah! Mas ele é divorciado”. Não sei se tive mais pena dele ou dela...
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Hoje à noite, 24 de Outubro, no Clandestino bar em Aveiro, podem beber uma cervejinha enquanto ouvem a selecção musical de alguém que não compreende as mulheres. Sons de vários tribos africanas, da Papua Nova Guiné, de aborígenes australianos, sons tradicionais de diferentes regiões da Ásia (Tuva, Yakutia, Índia, etc), e mais algumas coisas que agora não me lembro mas que são altamente.
Se não gostarem de cerveja provem o vinho quente. A sério!
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Etiquetas: o gajo pensa que é artista
A propósito do próximo Beira-Mar-Sporting
Ela – Estás sempre a dizer mal do futebol, mas depois sempre que podes vais ver o Beira-Mar...
Eu – É... o Beira-Mar é questão de amor, pá. Ando deprimido porque os gajos não conseguem ganhar um joguito que seja...
Ela – Mas é uma contradição, isso.
Eu- Não é nada. Também digo que não compreendo as mulheres mas gosto muito delas...
Ela- Mas quê... comparas o futebol às mulheres?
Eu – Não, claro que não.
Ela – E se tivesses que optar por uma coisa ou outra?
Eu - Essa questão não se põe. Olha, eu não gosto de futebol. Não consigo ver, por exemplo, O Barcelona-Real Madrid na televisão que, supostamente, é um grande jogo. Mas joguei no Beira-mar quando era pequenino, vou ao estádio desde pequenino... é um vício pronto, não sei explicar.
Ela – Não percebes as mulheres... eu é que não percebo os homens.
Eu (só em pensamento) – Foda-se!
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Etiquetas: conversas