Mostrar mensagens com a etiqueta o gajo pensa que é artista. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta o gajo pensa que é artista. Mostrar todas as mensagens

12.11.2015

a mulher que não sorri

Sempre que escrevo, melhor ou pior, escrevo sobre uma mulher. Aprendi com o tempo que é uma forma dessa mulher existir, escrever sobre ela. E como a existência precede sempre o Amor, voltei à cidade do Porto para frequentar as oficinas de escrita criativa da TKNT. Aliás, ir ao Porto uma vez por semana é uma das terapias que vou manter na minha vida.
Um exemplo: a mulher desta fotografia passou a existir na minha vida, escrita por mim, esculpida pelo Nuno e fotografada pelo Paulo Pimenta. Para quem precisa de escrever por existir, as oficinas da TKNT são um conselho meu pessoal.


fotografia de Paulo Pimenta

O que me sobra na memória, espremido o dia, é a mulher do lenço branco na cabeça e da face escondida. “Sorria! Está a ser filmado!”, lê-se na entrada da lojinha de cacarecos onde turistas esgravatam ímanes para frigoríficos como galinhas a cercar um monte de milho. As galinhas sorriem ao olhar a placa, mesmo em Português, entendendo-a por causa de um smile pateta.
É tão estranho passar o dia a ver pessoas sorrir apenas porque lhes mandam. Como se estar triste fosse motivo de censura. Pior! Como se sorrir sem vontade fosse natural. Aquela mulher, fugaz como um insecto ao Sol, ficou-me cravada na memória por ser a mais honesta: A única que não sorriu. Vendo-lhe a cara, sei que me apaixonaria por ela. Sempre me quis apaixonar por alguém que não sorrisse por obrigação. Vou pedir demissão de vigilante desta lojinha – onde a minha tarefa mais importante é desconfiar de pessoas que sorriem por obrigação – para estar atento ao sol que desenha as paredes da cidade. Talvez torne a ver a mulher do lenço branco na cabeça. A mulher que não sorri

12.07.2015

O Dia do Mar, do Rui Oliveira

No meio da tempestade, abri uma nova empresa com um grande amigo. Não é uma empresa qualquer. É, antes de mais nada, a perseguição de um sonho, porque é também uma tentativa de eu viver a fazer o que mais gosto: filmes.
Para além dos filmes,  e sempre relacionado com audiovisual, damos formação, fazemos consultoria e organizamos eventos. Para já, gostava de vos convidar a seguirem a empresa Outer Rim Works no facebook e para verem este pequeno vídeo que fizemos para o músico Rui Oliveira. Também o podem seguir no facebook dele.
Eu agradeço!

10.03.2014

Os Lavradores do Mar



Este é o trailer do meu último filme, que é como quem diz que estou a tentar abrir uma porta para cumprir um sonho de sempre: fazer documentários. Foi por isso que passei alguns dias na Praia de Mira a filmar pescadores de Arte Xávega, para tentar pôr em pouco mais de vinte minutos aquilo que é um dia de trabalho de quem nos põe o carapau na mesa.
Na verdade, ontem mesmo juntei três ou quatro amigos em casa e decidi fazer mais algumas alterações de última hora. Vou fazê-las hoje e dar o processo por terminado. Por agora convido-vos a ver um pouco do filme...

2.16.2014

olha o que eu fiz...

Todas as pessoas têm sonhos. Eu tenho-os. Acho que sempre tive e sempre terei. Na verdade, acho que os nossos sonhos são o que melhor nos definem. Claro que estou a falar dos sonhos verdadeiros e não daqueles que temos quando estamos a dormir.
Um dos meus sonhos é trabalhar no que eu mais gosto e, mesmo estando desempregado, é o que eu vou fazendo. Escrevo muito e, dentro das condições que tenho, procuro filmar. Filmo de tudo e faço de tudo, pelo simples prazer de o fazer.
É por isso que hoje vos venho mostrar uma das coisas que tenho feito, da mesma forma que se mostra a uma namorada, quando se chega ao pé dela e se diz: "olha isto que eu fiz". Não é que ela goste obrigatoriamente, mas dela esperamos sempre uma reacção qualquer. Como um sorriso, por exemplo.
O que eu fiz foi um canal sobre a zona onde vivo. Não é verdadeiramente um canal. Na verdade sou eu e a minha pequena câmara. Pode ser seguido no facebook ou visto no website.
Obrigado.

12.07.2013

falhanço


Hoje, sábado às 14:45, estarei no World Failurists Congress, a partir do Tecnoparque, na Curia

11.30.2013

Poemarma

O Poemarma é um poema escrito pelo Manuel Alegre que o Rui Oliveira decidiu cantar. Foi para essa canção que fiz um vídeo. Espero que gostem. Bom dia para vocês!

7.20.2013

páginas de silêncio

Páginas de silêncio

Página por página, talvez alguém tenha tido um sonho estranho durante a noite, com cadáveres semeando flores em extensões de campos estéreis. Ao acordar, Helena sentiu-lhes o aroma que rareava serpenteando as artérias da cidade, e saiu da cama mais depressa do que o habitual. Costuma ficar entre os lençóis com o sossego que foge das ruas e se vem deitar na cama dela. Normalmente nem fazem amor, ficam só a olhar para o débil e silencioso baile dos cortinados de pano branco sujo. É áspera a luz lá fora, vai pensando suavemente, e o silêncio concorda. Agora que se levantou precipitada, vê-se ao espelho ainda nua e consegue achar-se um bocadinho bonita, apesar do ar cansado e envelhecido. Talvez depois de ir ao psiquiatra passe numa loja e compre um frasco de tinta para o cabelo. Talvez isso a possa fazer feliz, pensa. O silêncio concorda de novo e conforta-a, diz-lhe que o sonho não passou disso mesmo: um sonho. Helena gosta de ir ao psiquiatra por dois motivos: porque pode reinventar os seus sonhos e porque pode nada dizer. Às vezes sabe bem estar com alguém a quem se pode nada dizer.

Página por página, um homem com sotaque do leste folheia em voz alta os últimos dias da sua vida, numa avenida desatenta, mas as suas palavras vão fraquejando entre os olhares flutuantes e ombros embrutecidos que passam. Sente-se um barco à deriva, o homem, e procura um farol algures entre a multidão. Diz que tem trabalhado para um construtor civil qualquer que não lhe paga, que tem filhos à espera numa garagem dum bairro da cidade que sopra, que implora mais alguns dias de vida. Que tem fome. Depois desiste. Deita-se embalado pela sombra duma árvore da avenida. Helena passa por ele sem reparar na sua mão ainda aberta.

As árvores sabem que ele decidiu morrer atirando-se à ria e que, mesmo assim, vai tomar um café com açúcar. Sabem que ele apertará os atacadores dos sapatos várias vezes, até sentir que os mesmos estão justos aos pés. Nem demasiado apertados nem demasiado largos. Depois, penteará ainda o seu reflexo na abundante montra duma pastelaria da cidade. As árvores sabem que ele agirá assim em silêncio, e estenderam um tapete vermelho e outonal que ele vai percorrer devagar, fascinado pela luz que se alonga ao horizonte. Desviar-se-á dum automóvel que não respeitou uma passadeira para peões, antes de esperar, junto à ria, que um autocarro pare e despeje uma dezena de pessoas silenciosas. As árvores sabem que agirá assim para não morrer antes de se matar.

Helena está na sala de espera. Ainda não decidiu de que cor vai pintar o cabelo quando sair dali, talvez porque assim possa continuar a ocupar o espírito com essa preocupação mínima. Não lhe apetecia nada chorar outra vez quando começar a contar os seus dias ao psiquiatra, página por página. Página por página vai lendo, de trás para a frente, uma revista que tirou à sorte dum monte. São só caras, pensa ela, caras empacotadas em fatos e vestidos caros, caras rotuladas por sorrisos torpes, caras sem mais nada. Só caras. Pousa a revista numa das cadeiras vazias ao seu lado. Há várias cadeiras assim e lembra-se de como cresceu dividindo um quarto com mais uma cama vazia. A mãe dizia-lhe que era para quando a família aumentasse, o que nunca chegou a acontecer. Nunca teve ninguém ao seu lado, pensa. Por isso viveu sempre em silêncio. Reprime um esgar de choro.
Vermelho, vai pintar o cabelo de vermelho. Sorri.

Uma morrinha parece segredar qualquer coisa à cidade. Helena nunca desvenda esse segredo, mas tenta encontrar nele qualquer coisa de bom. Às vezes consegue, numa criança que se estica no balcão duma pastelaria para escolher um bolo, num automóvel que pára para deixar atravessar peões que nem sequer estão numa passadeira, num guarda-chuva que se esforça em vão por abrigar mais do que uma pessoa. Às vezes noutra coisa qualquer. Quando consegue agarra esse momento e guarda-o bem na memória, explica ao psiquiatra, que lhe pergunta se ela se sente mais optimista ou pessimista do que na consulta anterior. Pessimismo? Optimismo? Não sabe o que é, diz ela. As coisas são o que são, vai-se vivendo página por página. Depois emudece durante cinco, dez, talvez quinze minutos. Levanta-se, despede-se e sai. Hoje não chorou.

Há páginas que são um erro e se devem rasgar, há outras que se rasgam sozinhas, mesmo quando não queremos. Helena caminha compreendendo o seu silêncio amante, mas sorri-lhe distanciando-se. Que não quer pensar nisso. Um grupo de pessoas agita-se junto a um dos canais da ria que, como sangue, percorre a cidade transportando algum oxigénio. O corpo dum homem oscila ali entre as mãos de dois médicos do INEM, e começa a expulsar alguma água suja pela boca. Já mexe, diz alguém. Que é ucraniano, conclui outro alguém. Que rasgue depressa da sua vida a página do dia de hoje, deseja Helena. Depois sorri. Vai pintar o cabelo de vermelho, como o vermelho das folhas que despiram as árvores. As árvores estão nuas mas conseguem achar-se bonitas, conclui. Em silêncio.


7.05.2013

Crónicas da Cidade que Sopra



O meu novo livro, em formato exclusivo digital, está disponível gratuitamente no meu site pessoal: www.ivarcorceiro.net. É um pdf com 128 páginas, A4, e compila crónicas que escrevi para o Diário de Aveiro há uns anos atrás. Estão todos convidados...

2.08.2013

respostas a perguntas inexistentes (246)




Às vezes vou a casa duma amiga minha beber uma caneca de chá. Digo-o assim porque, por mais tempo que passe, é sempre para um chá que ela me convida. Seja de manhã, à tarde ou à noite, telefona-me de vez em quando e pergunta-me se quero ir beber chá. Admito que, não sendo um grande adepto dessa bebida, gosto muito do que ela faz e bebo-a com uma dose acrescentada de prazer. Não sei como é que ela faz, mas sei que para além de mergulhar a saqueta com uma planta qualquer na água a ferver, acrescenta ainda mais alguns ingredientes. Canela é um deles.
Há uns tempos, por qualquer motivo, acabou o assunto entre nós assim que ela me deu uma segunda caneca para beber. Eu tinha acabado de lhe dizer que gostava muito do chá dela, especialmente em noites frias como aquela, e ela tinha-me perguntado se eu queria aprender como é que se fazia.

- Não. - Respondi.

Não se sentiu ofendida. Calou-se, tal como eu, e encostou-se para trás no grande sofá da sala. Fez-se silêncio. Bebi todo aquele líquido saboroso em pequenos e delicados goles, para não fazer barulho. Não sei quanto tempo demorei, mas talvez uns quinze ou vinte minutos. O que eu sei é que foram quinze ou vinte minutos de tranquilidade total. Conseguia ouvir o respirar dela e, penso eu, o meu próprio bater do coração.
Depois, quando a caneca chegou ao fim, lá lhe expliquei porque é que não queria aprender a fazer o chá.

- Mesmo que me ensinasses a fazer este chá e mesmo que o conseguisse fazer da mesma forma, nunca ia ser igual. Já me habituei a bebê-lo aqui na tua casa, e é a estes momentos que eu associo este sabor e este conforto.

Ela sorriu. Percebeu, ou fingiu perceber, o que eu lhe tinha dito. Despedi-me e saí passado pouco tempo. No caminho para casa, de mãos nos bolsos e o casaco apertado até ao queixo para me proteger do frio, fui a pensar em como é confortável ter momentos destes. Pensei que nunca na vida conseguiria explicar a alguém a sua importância, até porque dizer que um dos momentos especiais que se tem na vida é quando se vai beber chá a casa duma amiga, pode parecer bizarro.
Foi nessa noite que decidi voltar a brincar com sons e experimentar fazer umas músicas. Estive até às quatro ou cinco da manhã a trabalhar e, assim que acabei, encontrei a minha amiga online no facebook. Mandei-lhe o mp3 por email e perguntei-lhe se ela conseguia ouvir tudo até ao fim.
Esperei uns minutos. Os cinco minutos e três segundos que a música tem e mais um bocado, sempre a olhar para o espaço em branco onde as letras escritas por ela apareceriam supostamente em qualquer altura. Era como se estivesse a olhar para o futuro e ele não quisesse ser presente.
Depois, por fim, ouvi o sinal de que tinha mensagem nova no facebook.

- É esquisita! - escreveu. - mas eu gostava de saber fazer músicas assim.
- Queres que eu te ensine a trabalhar com o software? - Perguntei.
- Não.

Não me explicou porquê.

USDA no Facebook USDA no Bandcamp

11.20.2012

música

Às vezes passo música em minha casa para mim mesmo. Sento-me no sofá, ligo dois leitores de cd's à mesa de mistura e esta à minha amplificação doméstica. Normalmente acompanho este hobby com uma garrafa de vinho ou algumas cervejas.
Uma vez uma amiga minha apareceu em minha casa sem avisar, estava eu com todos os meus cd's espalhados à minha volta e a passar música para mim mesmo. Ela ficou surpreendida e perguntou-me se eu estava maluco.

- Talvez esteja mas, como gosto desta maluquice, não abdico dela! - respondi.

Nessa altura eu costumava passar música em alguns bares de Aveiro, normalmente o Clandestino Bar ou o Mercado Negro, mas uma vez por outra também no Riff. Nunca fui músico e nunca tive jeito nenhum para a música, para ser sincero. Apenas adoro ouvir. Por isso é que me faz impressão a forma como a maior parte das pessoas ouve música, ou seja, como um apêndice de outra actividade qualquer. Enquanto se lava a loiça, se conduz um automóvel ou se lê uma revista, por exemplo. É muito raro ver alguém que dedica parte do seu tempo apenas para ouvir música. Mais nada. É isso que eu gosto de fazer e é por isso que passo música para mim mesmo.
Nessa noite expliquei isto mesmo a essa amiga minha. Ela foi à cozinha buscar um copo e dividimos o vinho que bebíamos e a música que eu passava. Estivemos a noite quase toda nisto, com ela em silêncio a folhear as capas de alguns cd's que eu ia passando. Nunca lho disse, mas foi das melhores noites que tive na minha vida. Tanto, que nunca mais a esqueci.
A música é um pouco como o Amor. É para ser dividida por dois, mas em exclusivo e sem actividades paralelas. Hoje lembrei-me dela. Como infelizmente já não está entre nós, nunca lhe vou poder dizer que essa foi uma noite especial. Devia ter dito na altura. De qualquer maneira sinto uma necessidade enorme de passar os meus cd's. Vou fazê-lo no Clandestino, a partir das 22:30, tanto para mim como para quem lá quiser passar. É uma necessidade. Mais nada.

11.16.2011

amor entre zombies

Vou fazer um filme com zombies. Não tenho dinheiro para grandes produções, por isso vou fazê-lo com a ajuda de voluntários e com muita animação. Muita mesmo.

10.28.2011

pela noite dentro

Logo à noite estarei no Pitch Club, na cidade do Porto, a acompanhar como Vídeo Jockey a fabulosa dupla de dj's chamada Retro Boys. Na segunda-feira, véspera de feriado, a dose repete-se no Mercado Negro, em Aveiro.

5.18.2011

erros no primeiro encontro

E pronto, lá consegui pôr no Youtube e em boas condições a rubrica "erros no primeiro encontro" do programa "Boa Tarde", para o qual fui amavelmente convidado pela SIC.



5.13.2011

Sic, música e desenhos

O blogger anda a funcionar mal. Para além de não me ter deixado actualizar o blogue, apagou-me duas conversas e uma série de comentários. Aproveito, no entanto, este momento de paz para colocar aqui algumas datas importantes para os próximos tempos. Importantes para mim, claro, não para o mundo.

16 de Maio 2011 || presença no programa Boa Tarde, SIC canal, apresentado por Conceição Lino, para falar de "erros no primeiro encontro". Algures entre as 16:00 e as 17:00.

19 de Maio 2011 || dj Bagaço Amarelo e dj Moa Bird no Clandestino, Aveiro, Portugal a partir das 23:00

17 de Maio a 04 de Junho de 2011 || desenhos Bagaçólicos - exposição de desenhos do Bagaço Amarelo no Mercado Negro, em Aveiro.

4.21.2011

segredos do mar

Logo à noite, pouco depois das 22:30 e até às 4 da manhã, é noite de dj Bagaço Amarelo no melhor bar do mundo, que para quem não sabe é o Clandestino em Aveiro. Também no Domingo à noite e no melhor clube do mundo, que para quem não sabe é o Mercado Negro em Aveiro, é noite de Skasonic (até à 1 da manhã) e dj Bagaço Amarelo depois dessa hora.

3.01.2011

gato espiando os donos na cama

Um dia destes foi o aniversário da Raquel e eu fiz um desenho para lhe oferecer. Já não fazia um desenho para oferecer desde puto, quando na escola me punham a desenhar no Dia do Pai ou no Dia da Mãe. Acho que foi um caso concreto em que, por uns momentos, voltei genuinamente a sentir-me criança.
Talvez tenha exagerado um bocadinho, que o mesmo tem um metro largura por cinquenta e quatro centímetros de altura, mas fica aqui uma mostra do que faz uma criança...

2.09.2011

a incerteza da música

Amanhã à noite há dj Bagaço Amarelo no Clandestino bar, em Aveiro. Não tenho a certeza do que vou passar mas convido-vos, a esse propósito, a visitar um amigo meu que tem a certeza de tudo o que diz respeito à música. E, se quiserem, podem ouvir no meu site pessoal dois sets bagaçólicos, um brasileiro e outro caboverdiano.

1.03.2011

mulheres, amanhã no mercado negro...

Por esta música se pode concluir que o Martinho da Vila não compreende as mulheres, mas também se pode concluir que se dá muito bem com isso e até consegue ser feliz. Nem tudo é mau, portanto. Esse é só um dos motivos pelos quais amanhã à noite, terça-feira, no Mercado Negro em Aveiro, vou convidá-lo a passar por lá em mais um set do dj Bagaço Amarelo.



Procurei em todas as mulheres a felicidade, mas eu não encontrei e fiquei na saudade, foi começando bem mas tudo teve um fim. Você é o Sol da minha vida...

12.16.2010

chopinho brasileiro

Hoje à noite, a partir das 22:30, passo música no Clandestino Bar, em Aveiro. Não há nenhuma noite em que não passe pelo Brasil. Por isso mesmo fica aqui um cheirinho do que mais gosto desse país e, já agora, um convite para o meu site pessoal. Obrigado.

12.06.2010

segredos do mar

Amanhã, dia 7 de Dezembro e véspera de feriado, Couscous Prosjekt em versão solo (que é como quem diz, a partir de agora é só com o dj Bagaço Amarelo) no Mercado Negro a partir das 22:00. Os Citânia, com o Vitorino e a Maria Zogopoulou, talvez passem por lá para contar alguns segredos e beber um copo.