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6.18.2015

preconceituoso australopiteco e homossexual não assumido

Sou heterossexual. Sempre fui. Não tenho nenhum orgulho nisso. É apenas o que sou, resultado duma equação que envolve biologia, cultura e uma vida inteira. Fruto do que sou, são sempre mulheres que me fazem rir ou chorar de Amor e é por isso que, numa tentativa de me reconhecer ao espelho, às vezes mais séria, outras vezes menos, fiz um blogue chamado "Não Compreendo As Mulheres.
Estava triste, quando o criei, por causa duma mulher. Neste momento estou feliz por causa de outra. O futuro não sei como será. Tento não pensar nele.
Só estou a escrever isto porque recebi um comentário anónimo que, entre outras coisas, me chama um "preconceituoso australopiteco e homossexual não assumido" (sic).
Já que falo nisto, não sou homossexual nem, se o fosse, teria um orgulho muito especial por sê-lo. Também não teria vergonha. A orientação sexual de cada um é apenas uma característica que não determina nada de importante. Fico à espera, apenas, que um dia destes as pessoas deixem de pensar nisso como um bicho de sete cabeças e consigam ter uma vida sexual e amorosa sem macaquinhos na cabeça. A não ser, claro, que os macacos na cabeça façam parte dum fetiche qualquer.

9.21.2011

vai um café?

Recusei, no último post deste blogue, o seguinte comentário:

Serve o presente comentário para o informar que o senhor escreve demasiado mal para o meu gosto. Aconselho-o, por isso, a dedicar-se a outra actividade qualquer menos poluidora da blogosfera. Tem uma escrita forçada e que chega a enervar-me só pela pessoa que imagino estar por trás da mesma. O amor não ter tamanho e ter peso é uma contradição em si mesmo, por exemplo. O que é que eu imagino? Imagino alguém suficientemente arrogante para que nem um café eu aceitasse tomar consigo. 

Publico-o agora, em espaço nobre deste blogue, para informar o caro anónimo autor desta mensagem que o compreendo perfeitamente. A mim também me irrita ler algumas coisas por aí, seja na blogosfera ou noutro sítio qualquer. O que nos distingue é que eu acho que todos, escrevam melhor ou pior, têm o direito de o fazer. Aquilo que defende, que quem não escreve bem não o deve sequer fazer, cai na tendência do darwinismo social. Aquela que defende a sobrevivência apenas do individuo que se adapta melhor ao meio e que foi defendida no século passado pelos... hum... hum... nazis. Nazis, foi isso mesmo. Mas se quiser tentar ultrapassar-se a si mesmo um dia destes e adaptar-se melhor ao que o rodeia, podemos tomar um café quando quiser.

3.27.2011

ó esquerdelho de merda

Quero agradecer ao anónimo que me enviou este comentário hoje no post "a única saída para a crise". Suponho que foi o mesmo que me deixou alguns comentários, também recusados, no meu blogue político, pelo menos a ver pela sua capacidade de escrita. De qualquer maneira, admito que tornou a minha tarde de Domingo um pouco mais bem disposta.

queres sair da crise ai queres.. então deixa.te de ser um fedelho ó esquerdelho de merda e é mas é um homem. vai trabalhar que andão os outros a trabalhar e tu só molheres não é?
deves ter mUitas deves. tocas mas é ó bicho. ratazana de esgoto

1.22.2011

armado em intelectual

Há muito tempo que esta rubrica dos comentários recusados estava sem actividade. Não sei porquê. Continuo a receber, mais ou menos regularmente, comentários anónimos jocosos que me dão um imenso prazer. Aliás, uma das minhas características que já me incompatibilizou com algumas mulheres, foi o facto de uma vez por outra me dar prazer enervar o próximo, admito.
Queria só dizer ao senhor que me enviou este comentário que eu não me armo em intelectual. Sou mesmo intelectual. Você não está vendo esse negócio na minha cara? São uns óculos de intelectual...

Fazes jus ao nome do blogue porque deves andar sempre bêbado. As mulheres não são para entender, são para foder meu palerma. Deixa-te de armar em intelectual com conversas de treta para veres se sacas umas gajas. Cresce pá, e deixa de poluir a blogosfera.

4.21.2010

sem título

eu tenho que me pôr á defeza e não poço dizer quem sou para não saberem quem sou, não penses já que sou cobarda mas é o aonimante que me deicha. tu penças que sabes e que és o melhor mas para mim só te vês como o melhor e eu sou mulher e não gosto de ti. devias era ir para as sais da tua mãe e deichar de coisas

3.02.2008

muito bom dia com mokambo, mokambo, mokambo...

Uma amiga ou, penso eu, ex-amiga, deixou-me este comentário neste blogue pelo facto de eu achar que "as mulheres não precisam de um dia internacional só para elas, por não serem umas 'tadinhas'". Ontem fui ao Axé Moi e tive uma noite muito boa e hoje, apesar de ir trabalhar, estou a ter um bom dia com mokambo. Bom dia para ti também, Cláudia. Admiro pessoas com a tua capacidade de discussão. lol! Fica bem.

Se existem dias para lembrar que é preciso libertar o Tibete, não é porque, tadinhos, precisam. Não são coitadinhos, sao oprimidos.

Tadinho é de ti, por dizeres essas coisas extremamente ofensivas. No dia em que deixares de ser tão chauvinista, talvez comeces a compreender as mulheres. Mas a mim parece-me que gostas de ser um labrego machista...e só muda para melhor, quem quer.

1.05.2008

zero elevado a zero é um?

Por causa da minha frase na conversa 489: "por exemplo, zero elevado a zero é um, o que tem sido uma dor de cabeça para todos os matemáticos desde que o zero existe"" recebi cinco comentários que não aprovei porque, para além tentarem ser ofensivos, eram todos anónimos e estavam mal escritos. Um até era giro e dizia "se ela diçe que és zero é porque és mesmo pandeleiro que zero é buracos. meu zero elevado a zero é tudo menos um". Este não aprovei porque não conheço o verbo "diçer" nem sei o que é um "pandeleiro", lolololololol! Os outros quatro eram normais, de gajos anormais que ficaram todos contentes e se babaram quando acreditaram que tinham encontrado um erro neste blogue. Obrigado, de qualquer maneira, a todos pela participação.
Agora, para quem não sabe, passo a explicar com a humildade própria de quem não é de matemática. A questão é que esta é precisamente uma das incongruências da matemática porque, ao mesmo tempo que é possível demonstrar que qualquer número elevado a zero é um, no caso do zero enquanto base devia dar sempre zero. Sugiro que vão ao google e façam uma busca por "zero elevado a zero".
Aproveito para agradecer à minha professora do liceu que me explicou isto há uns vinte anos atrás. Ela era tão bonita que nunca mais me esqueci das suas palavras.

6.08.2007

ressabiados

Lol! Uma das coisas que me dá mais gozo neste blog é perceber que deixa vários tipos ressabiados. Hoje tinha três comentários anónimos, sobre o post anterior "esta noite dormi com ela", de pessoal em total regozijo pelo facto de ter feito amor apenas uns minutos.
Acho que é a isto que se costuma chamar analfabetismo funcional, ler um texto mas não perceber o que está lá escrito. Também não me apetece explicar mas, ao pessoal que deixou os comentários, dou um conselho sério: leiam mais.
Ah! e "fizes-te" não leva tracinho. É fizeste, simplesmente. Eu explico-vos a regra porque estou farto de ver este tipo de erros. Só se puderem fazer a negação do verbo é que colocam tracinho. Exemplo:
Fizeste amor só durante alguns minutos, não pode ser não te fizes amor durante alguns minutos.
mas a negação de
Fazes-te ao bife durante alguns minutos é não te fazes ao bife durante alguns minutos.
Não é assim tão difícil, pois não?

4.04.2007

completamente sóbrio

Já há bastante tempo que eu não recusava um comentário com interesse. Ando a recusar quatro ou cinco por semana, mas sempre com as mesmas banalidades. Hoje porém, fez-se luz, e no meio dum texto que conseguia ser mais malcriado que aqui o divorciado, vinha a seguinte pérola da literatura portuguesa:

…sei muito bem quem és, que no sábado estavas completamente sóbrio no clube oito e eu vite mas não te vou falar…

hum... hum... giro, giro...

1.18.2007

racismo...

Mais um comentário anónimo recusado:
...só pensas em pretas. O país está no estado em que está por causa de brancos merdas como tu, ó palhaço!...

Sobre isto só queria dizer uma coisa: antes de ter alguma espécie de raiva aos racistas, tenho pena deles.
Não acredito que exista uma pessoa racista por princípio, ou que o racismo seja capaz de se valorizar por si só. Isto é, o racismo é tendencialmente uma consequência e não uma causa. E é uma consequência da miséria intelectual, da frustração social e da ignorância.

Ao senhor que me deixou este comentário, e que também me ameaçou fisicamente (já percebi que tipo de pessoas fazem este tipo de ameaças), informo que no próximo dia 22, a partir das 22:00, vou estar a pôr música no Clandestino bar, em Aveiro. Tenho todo o gosto em recebê-lo lá, desde que me avise primeiro ao que vem.

12.19.2006

sento-me com corenos, pá

Tenho alguma curiosidade em perceber porque é que este blog irrita tantos anónimos, todos homens que têm uma coisa em comum: não sabem escrever português correctamente. Pelo menos é o que me parece.

É raro o dia em que não apago pelo menos um comentário. Hoje, por exemplo, apaguei um que dizia, entre algumas caralhadas impróprias, “anadaste a comer as gaijas do teu brlognão é meu cabrão? Ainda ta fodo os corenos que te crexeram na cara e depois eu sei quem és!”. Fiz copy-paste da frase mais bem escrita, lol.

Meu amigo, não percebi tudo o que o senhor queria dizer, e ainda bem que sabe quem sou. Eu, provavelmente não o conheço a si, até porque não me lembro de ter tido um amigo incapaz de fazer a segunda classe, mas se me quiser dizer alguma coisa pessoalmente tenho muito gosto (não digo foder os cornos porque, já o disse aqui, não gosto de caralhadas). Todas as segundas à noite costumo estar no Clandestino bar, em Aveiro, mas vou lá muito mais vezes, assim como ao Mercado Negro. Será fácil encontrar-me num destes sítios, já que me conhece.

11.15.2006

clube dos divorciados

Agradeço o conselho de mais um comentário anónimo recusado (todos os dias recuso alguns comentários aqui),mas não. Juro pela alminha do Francisco Sá Carneiro que nunca me hei-de inscrever no clube dos divorciados. Para já, detesto festas de Natal. Phónix! Pronto, é verdade que me estou nas tintas para a alma daquele gajo, mas isso é outra conversa. Ah! E o comentário até era giro, mas eu sou bem educado e aqui, neste blog, não se aceitam caralhadas tipo “fode-te”, “grande cabrão” e assim...
Fiquei, apesar de tudo, feliz por perceber que há divorciados mais malucos do que eu. ;)