azul/vermelho
E sobre mulheres que amamos sem conhecer, a simpática Ana, dona do café, atribuiu-me um prémio à mesa do mesmo. A mulher que eu amava vestia-se sempre de vermelho menos nos dias em que eu a via, em que se vestia de azul...
E sobre mulheres que amamos sem conhecer, a simpática Ana, dona do café, atribuiu-me um prémio à mesa do mesmo. A mulher que eu amava vestia-se sempre de vermelho menos nos dias em que eu a via, em que se vestia de azul...
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Ivar C
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Eu – Lembras-te de mim no liceu?
Ela – No liceu?
Eu – Sim, no liceu. Eu estava completamente apaixonado por ti e sempre todo corado a mandar-te olhares...
Ela – Até termos sido apresentados hoje nunca tinha visto a tua cara.
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03:25
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Passei a acreditar que o Amor é sempre uma coincidência. Aliás, convenci-me que o mundo se faz exclusivamente de coincidências para que o Amor seja sempre uma. É-nos agradável pensar na sorte que tivemos em encontrar alguém, e escusamos de pensar que se não fosse essa a dar-se seria outra qualquer. É por isso que quando vivemos um amor o mundo é o primeiro a quem nos lembramos de agradecer. E agradecemos-lhe sempre, nem que seja pelo simples facto de o percorrermos com um ar feliz.
O problema das coincidências é terem a mania que se fazem sozinhas e que depois vêm ter connosco. Não vêm. Somos nós os pais e as mães de todas as coincidências que se passam à face da Terra e temos que fazer por elas.
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03:24
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Ela – Não percebo o motivo... alguns homens agem como se estivessem apaixonados por nós, levam-nos a acreditar que temos algum futuro juntos e depois, de repente, desaparecem...
Eu – Hum... para ser sincero já fiz isso e já me fizeram isso. Não acho que seja uma questão de género.
Ela – Eu nunca fiz isso a ninguém e não percebo por que motivo se faz.
Eu – Acho que às vezes é uma incerteza, só. Não se tem a certeza se se quer dar o segundo passo, mas para saber se se quer ou não há que dar o primeiro. Percebes?
Ela – Percebo que isso é uma desculpa de mau pagador para um gajo que mente a uma mulher quando diz que a ama.
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Ela - O meu problema com os homens passa pelas fotografias.
Eu - Que fotografias?
Ela - As fotografias deles.
Eu - Não percebo...
Ela - Já dei por mim várias vezes, depois de começar a namorar com um homem, a olhar para a fotografia dele e a pensar: "Eu não gosto deste gajo".
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16:48
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Lembrei-me hoje que o índice ívariano, que reflecte o meu estado emocional e amoroso, está no 20 desde Dezembro de 2008.
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ele:
1] Corta a cebola, o alho e os legumes todos colocando-os em recipientes diferentes pela ordem com que os vais usar.
2] Coloca num copo o arroz que vai usar e enche dois copos iguais com água.
3] Enche o fundo do tacho com azeite e frita um pouco o arroz com a cebola e o alho.
4] Põe os legumes no tacho, um a um, e faz o refogado.
5] Despeja os dois copos de água, deixa ferver.
6] Tempera a gosto.
ela:
1] Enche o fundo do tacho com azeite e põe ao lume.
2] Atira com todos os legumes para cima da banca enquanto telefona à melhor amiga para contar que o ex-namorado dela se vai casar com uma gaja feiosa.
3] Procura o tacho no armário outra vez porque entretanto se esqueceu que ele já está ao lume.
4] Como o azeite já está quentíssimo corta a cebola e o alho à pressa e corta-se num dedo. Põe lá dentro o que conseguiu cortar e algumas gotas de sangue.
5] Vai à casa de banho procurar um penso rápido, aproveita e traz a "Dica da Semana" que estava junto da sanita para ler enquanto cozinha.
6] Repara que ainda tem o telefone no ouvido apesar de já ter acabado telefonema no ponto 2.
7] Desliga o fogão para ter tempo de cortar os legumes.
8] Põe os legumes na panela mais algumas gostas de sangue e diz duas asneiras por se ter esquecido de pôr o penso rápido no dedo.
9] Despeja água a olho e acende o lume.
10] Tempera a gosto.
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Ela - É incrível como uma mulher muda com a vida.
Eu - Então?
Ela - Quando eu era novinha sentia-me muito mais atraída pelos rapazes que não gostavam de mim do que pelos que demonstravam interesse.
Eu - Era?
Ela - Sim...
Eu - Ok...
Ela - Agora, a única coisa que me interessa num homem é que ele goste de mim.
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As pessoas que marcam lugar têm uma grande probabilidade de falhar no Amor. Hoje estive algum tempo sentado na praça da alimentação dum shopping do grande Porto e vi uma mulher atirar-se desalmadamente para uma das poucas mesas disponíveis. Depois tirou o casaco e cobriu-a com ele antes de ir para uma slow fila duma casa de fast food. Quando voltou trazia a comida e o marido, com quem passou o jantar a discutir por ele se ter atrasado numa loja qualquer. Fez-de de vítima e de heroína, por ter conseguido arranjar aquela mesa.
O Amor não marca lugar. Procura-o quando já tem o tabuleiro na mão mesmo que demore mais a encontrá-lo. Aliás, procura-o quando já tem o tabuleiro na mão precisamente para que demore mais a encontrá-lo. É que o corpo alimenta-se do que está no tabuleiro e o Amor alimenta-se dessa procura, dos olhares que nela se cruzam, dos ombros que nela se tangem, dos cheiros que nela se misturam. O Amor é só uma probabilidade, não é uma marcação.
Marcar um lugar desta forma é virarmo-nos de frente para esse pequeno lugar e de costas para o grande resto do mundo inteiro, ainda por cima para comer uma dose de batatas fritas e um hambúrguer com queijo...
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03:39
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Eu - Olá! (dou-lhe um abraço)
Ela - Ai! Detesto homens que quando me abraçam parece que me querem partir os ossos.
Eu - Epá... desculpa. Aleijei-te?
Ela - Não faz mal... mas lembra-me de nunca ir para a cama contigo.
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Ela - O que mais me irrita nas mulheres é a facilidade com que se metem com um homem casado.
Eu - Achas que isso é verdade?
Ela - Acho. As colegas de trabalho do meu marido irritam-me tanto, sempre com olhinhos e sorrisinhos...
Eu - Ah! Estás só com ciúmes.
Ela - Pois estou. Os homens não se metem com mulheres casadas assim com a mesma facilidade.
Eu - Sabes lá.
Ela - Sei, sei. Sou mulher.
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O problema do amor é vir com a idade. A idade estraga sempre tudo porque nos faz pensar na morte. Não na morte como uma tragédia iminente mas pelo menos como uma inevitabilidade. É por causa desse fim que achamos que está sempre qualquer coisa mal. Se fossemos eternos não havia problema nenhum porque podíamos tentar sempre outra vez até que o Amor saísse perfeito. Só que não podemos, por isso é que as vicissitudes do Amor nos irritam tanto.
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Houve um dia em que adormeci na toalha. Acordei com a Raquel a afastar-se para ir tomar café numa das esplanadas da praia e fiquei a vê-la a desenhar na areia pegadas mudas. É estranho como a repentina ausência de quem gostamos nos acorda e a sua presença nos embala num sono leve. Sempre em silêncio.
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Precisava da tua blandícia agora!
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Etiquetas: mensagens por telemóvel que não envio por serem foleiras mas que queria enviar na mesma
Ela - Eu já desisti de amar alguém há muito tempo.
Eu - Desististe de quê?
Ela - De amar alguém.
Eu - Mas porquê?
Ela - Desculpa se te digo isto assim, mas os homens são uns incapazes no amor.
Eu - Lá vem essa conversa.
Ela - Não é conversa nenhuma. Não acredito no amor e estou muito bem sozinha. Aliás, estou muito bem assim há mais de cinco anos.
Eu - Há mais de cinco anos?!
Ela - Sim.
Eu - Isso é muito.
Ela - Tem passado a correr.
Eu - E como é que?...
Ela - Como é que o quê?
Eu - Como é que é a vida sexual duma pessoa que desiste de amar?
Ela - Estás a ver? A tua primeira pergunta tinha que ser essa. É o que eu digo, os homens são uns incapazes de amar.
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(no automóvel dela)
Eu - Está calor, apetece-me mesmo uma cervejinha. Paramos aí num café qualquer?
Ela - Eu estou a conduzir, não posso beber.
Eu - Se for só uma podes.
Ela - Quando conduzo não bebo nada.
Eu - Então bebe uma cerveja sem álcool.
Ela - Não gosto.
Eu - Então não bebes nada, pronto. Bebo só eu.
Ela - Não queria mais nada. Tu a beber uma cervejinha e eu a ver...
Eu - Qual é o problema?
Ela - O problema é que eu não posso beber porque estou a conduzir para nos levar aos dois até Aveiro, logo não é justo que tu bebas uma cerveja e eu não.
Eu - E o que é fazemos?
Ela - Aguentas até Aveiro e lá já posso beber também.
Eu - Mas... ainda faltam mais de cinquenta quilómetros.
Ela - Não me pressiones.
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Ela - Depois do último namorado que tive nunca mais quero passar pelo mesmo pesadelo.
Eu - Foi assim tão mau?
Ela - Foi. A partir de agora, sempre que me aparecer um potencial candidato a namorado faço logo um teste na primeira noite.
Eu- Que teste?
Ela - Vejo-lhe as cuecas.
Eu - Vês-lhe as cuecas?
Ela - Sim, para ficar a saber se ele sabe limpar o rabo quando vai à casa de banho.
Eu - Estás a brincar.
Ela - Não estou não. A maior parte dos homens não limpa bem o rabo depois de ir à casa de banho.
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Disse adeus ao Algarve e deixei-me de hotéis. Agora ando em parques de campismo onde, por razões óbvias, o acesso à net é muito mais raro e difícil. Se tiver oportunidade passarei por aqui, senão... até segunda. :)
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Ela - Estive a pensar na minha vida.
Eu - Estiveste?
Ela - Sim, estou feliz no meu casamento mas nem sei se o mantenha ou se o termine.
Eu - Se estás feliz... não percebo a dúvida.
Ela - É que se calhar só estou feliz porque nunca experimentei outro.
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(ao telefone)
Ela - Então, estás bem?
Eu - Estou. Acabei agora de almoçar num restaurante com vista para o mar, por isso não podia estar melhor.
Ela - Não me consegues fazer inveja, eu hoje nem posso almoçar.
Eu - Não podes almoçar?
Ela - Não.
Eu - Mas porquê? Está tudo bem?
Ela - Ontem à noite fiz um chá.
Eu - E depois?
Ela - Depois comi um pacote inteiro de bolachas.
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