1.01.2008
12.31.2007
o último dia do ano
lista do que tenho para fazer no último dia do ano:
1] tomar banho na minha banheira
2] cortar o cabelo na barbearia aveirense
3] tomar um café no Bom Gosto
4] tomar banho na minha banheira
5] ver a minha filha na casa da mãe dela
6] comprar bebidas no Pingo Doce
7] dar um jeito à minha casa na minha casa
8] ir para a casa duma amiga minha passar o ano na casa duma amiga minha
9] talvez ir ao riff passar um pouco da noite no riff
e pronto: bom 2009 para todos porque 2008 vai certamente ser uma boa merda, tendo em conta que o Sócrates vai continuar como primeiro ministro!
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Etiquetas: sei lá onde é que hei-de meter isto
conversa 484
Ela - O Marilyn Manson... *suspiro*. Se eu não fosse casada...
Eu - Não acredito. Não me digas que gostas do Marilyn Manson...
Ela - É o homem mais bonito, charmoso e interessante que conheço. Não tenhas dúvidas.
Eu - Epá! Estou fodido. Não percebo mesmo nada de mulheres. Ainda por cima tu.
Ela - Ainda por cima eu, porquê?
Eu - Opá... sei lá... parecias-me uma mulher... normal. Até este momento, claro.
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pensamentos catatónicos (117)
Conheço uma mulher que, quando está mal disposta ao nível intestinal, gosta de passear na praça da alimentação dum shopping qualquer que tenha muita gente, e perfumar silenciosamente a refeição de todos com a sua má disposição.
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12.30.2007
respostas a perguntas inexistentes (20)

Tinha preparado a resposta. Quando ela passasse por mim e dissesse que um rapaz do meu tamanho já não devia andar de baloiço, eu respondia-lhe que estava a tentar ser criança durante o máximo de tempo possível. Eu tinha dezasseis anos e ela mais de trinta. Tinha a certeza que a ia impressionar com a minha resposta e talvez até acabar por sair com ela. Era tão linda.
Depois ela passou e nem me ligou. Nem sequer um curto enquadramento pelo canto do olho me lançou, e eu fiquei a andar de baloiço até ao fim da tarde, enquanto via a paisagem desfocada.
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conversa 483
Ela - Olha, como é que te chamas?
Eu - Bagaço.
Ela - Bagaço?! Que nome giro. Olha, deixaste a tua garrafa ali em cima do balcão.
Eu - Pois deixei. Está vazia. Mas obrigado na mesma.
Ela (com soluços) - Daqui parecia-me cheia... És mesmo Bagaço ou estás a inventar?
Eu - Sou mesmo Bagaço mas também estou a inventar.
Ela (com mais soluços) - Já sabes onde vais passar o ano, Bagaço?
Eu - Já.
Ela - Onde?
Eu - Em minha casa.
Ela (com muitos soluços e já a apoiar-se na parede) - Então se calhar ainda nos vemos por lá. Estava a pensar ir também.
Eu - Olha, eu bebi pouco. Não queres que eu te leve a casa? Não pareces muito bem...
Ela (a gritar) - Olha, este chama-se Bagaço e está-me a chamar bêbuda a mim... ou então quer-me violar!
Eu - Não te quero violar mas sim, estás bêbada. Sabes ir para casa?
Ela (a simular que conduzia com as mãos) - Vou já a seguir... e não preciso de homens para nada..
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conversa 482
[sábado à noite depois de algumas cervejas]
Ela - Vou-te fazer uma pergunta muito séria. Posso?
Eu - Podes.
Ela - Eu pergunto-te e tu respondes logo sem sequer pensar, ok?
Eu - Ok.
Ela - És o Anticristo?
Eu - Se eu for o anticristo ofereces-me uma cerveja?
Ela - Não. Se fores ofereces-me tu a mim.
Eu - Pois, mas não sou.
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couscous site
o couscous prosjekt tem um novo site.
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12.29.2007
conversa 481
(na minha casa, enquanto víamos o filme "American Splendor")
Ela - Já tiveste sexo neste sofá?
Eu - Porque é que perguntas isso?
Ela - Não sei. Estava a olhar para ti a ver o filme e fiquei a imaginar-te como serias a ter sexo no sofá.
Eu - Estás a dizer isso porque te apetece saltar-me para cima ou porque queres que eu publique esta conversa no meu blogue?
Ela - Nem uma coisa nem outra, mas podes publicar no teu blogue à vontade.
Eu - Ok, depois de te levar a casa já publico.
Ela - São quase seis da manhã. Vais levar-me a casa?
Eu - Vou. Não queres ir a pé, pois não?
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12.28.2007
conversa 480
Ela - Tens que me gravar estes cd's.
Eu - Ena... deixa ver. São mais de trinta.
Ela - Não te preocupes. Pode ser no fim de semana.
Eu (só em pensamento) - Foda-se!
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mulheres que eu gostava de poder não compreender (62)

nome: Nega Gizza
origem: Brasil
info: Nem Bronx, nem França, nem Almada ou Matosinhos. O melhor hip hop que se faz no mundo vem mesmo do Brasil e é da Nega Gizza. Esta rapper era capaz de me tirar o sono durante noites seguidas. É bonita e tem um je ne sais quoi qualquer, talvez por ser genuina no que faz, já para não falar daquela voz clara como a água. Este vídeo "prostituta" já está no meu leitor portátil e é dos que vejo mais vezes. Adoro-o.
site oficial: www.negagizza.com.br
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12.27.2007
conversa 479
Ela - Já sabes onde é que vais passar o ano?
Eu - Em vários sítios.
Ela - Em vários sítios?
Eu - Sim. Um ano inteiro... não sou capaz de estar sempre no mesmo lugar.
Ela - Estou a falar da passagem de ano, pá.
Eu - Ah! Não, não sei.
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Etiquetas: conversas
Benazir Bhutto
Pervez Musharraf é o exemplo perfeito de como a política externa norte-americana se está perfeitamente nas tintas para aquilo que mais diz defender: a democracia. Tornou-se presidente do Paquistão, comandando em simultâneo as Forças Armadas, após um golpe de estado baseado num historieta que ele próprio inventou, e agora conseguiu assassinar uma das pessoas que, também por ser mulher, era uma das maiores esperanças para aquilo a que chamamos mundo muçulmano, ou seja, para o mundo todo: Benazir Bhutto.
Poucos minutos após a confirmação da sua morte, a sua página em português na wikipedia já estava actualizada.
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Etiquetas: mulheres na História, opinião
conversa 478
Ela - Que é isso?
Eu - É um leitor de mp3 e mp4.
Ela - Que é isso, mp4?
Eu - É compressão mpeg de áudio e vídeo.
Ela - Compressão quê?
Eu - Mpeg, quer dizer moving pictures expert group. Existe o mpeg 1 que era a compressão dos vcd, o mpeg 2 que é a compressão dos DVD, o mpeg 3 que só comprime áudio e é daí que vem o nome mp3 e o mpeg 4 que, por exemplo, comprime os filmes que se tiram da net em divx. Assim rapidamente é o que te posso dizer...
Ela - Que seca. És um chato, sempre com essas coisas...
Eu - Mas... tu é que perguntaste...
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12.26.2007
desespero
Um norte-americano roubou um avião para impressionar a namorada, segundo uma notícia do Portugal Diário, mas como estava com os copos acabou por incendiar um dos motores e entrar por um campo de soja até o avião parar.
Acredito que este é mais um caso de parcialidade nos meios de comunicação. Na verdade ela deve-lhe ter pedido umas cem vezes seguidas que ele fizesse alguma coisa para lhe provar que a amava. Em desespero tentou matar-se e não conseguiu.
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Etiquetas: coisas tão estúpidas que até tenho vergonha
meus caros amigos

Uma amiga deu-me, agora no Natal, este disco em vinil. Por acaso adoro o Chico Buarque e adoro especialmente este disco. Não é a mesma coisa ouvi-lo em mp3, mas como encontrei um link rapidshare para o baixar, dou-vos também eu esta prenda.
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crónicas da cidade que sopra | aprende-se a fingir
Amanhã, como habitualmente, é publicada mais uma crónica no Diário de Aveiro.
Aprende-se a fingir. Na política, a mentira deixou de ser uma transgressão e passou ser uma arte, uma maneira sofisticada de comunicar e uma normal estratégia de veridicção, e os sorrisos duns são as lágrimas dos outros. O bem estar das pessoas deixou de ser uma preocupação e, em vez disso, passou a ser um inimigo a eliminar. Em nome duma coisa que se chama economia e que ninguém percebe realmente o que é.
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pensamentos catatónicos (116)
A minha filha viu, num supermercado em Oiã (Oliveira do Bairro, Aveiro) onde foi com a mãe, um pai branco a ralhar com o filho porque ele estava a brincar com uma menina preta num dos corredores da loja. Passou a noite a pedir-me para lhe explicar a situação, mas a única explicação que lhe consegui dar foi que há pessoas inteligentes e há pessoas burras. Esse pai era burro.
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Etiquetas: pensamentos catatónicos
conversa 477
Eu - Não pude ir porque estava doente.
Ela - Os homens são uns mariquinhas. Não podem ter uma constipação que parece logo que estão a morrer.
Eu - Pois, mas eu tive quarenta de febre.
Ela (em tom de gozo) - Tadinho..
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casa de banho
O Tribunal da Relação do Porto confirmou a absolvição de Maria Clementina, a mulher de 63 anos que matou o marido à machadada após 40 anos de maus-tratos. Durante o julgamento soube-se, inclusive, que para ir à casa de banho precisava da autorização do marido.
Concordo com a absolvição, mas é de lembrar que há postos de trabalho em Portugal onde nem sequer se pode pedir autorização para ir à casa de banho.
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Etiquetas: violência doméstica

